Poesia

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Poesia: deleite-se ou delete-me (26.06.15).

 

Maraãvilhosos,

 

 

1   Chaves

 

Não foi "sem querer querendo"!

 

 

Poesia geométrica

 

Poesia Geométrica (Nova Fronteira), texto de Millôr Fernandes, 2015.

Prêmio Bronze no anuário da revista americana 3x3 (EUA), 2015.

Será exibido na exposição coletiva Fantasie und Experiment - Brasilianische Kunst für Kinden, Struwwelpeter-Museum, Frankfurt, Alemanha, julho de 2015.

 

Se você for, me leve junto!

 

Abraços,

 

Osório

 

POEMEMOS:

 

Felicidade

 

Felicidade é esse acaso

que te faz o que és.

Nada queres dizer.

Nada deves a trabalho

ou a dever.

Perverso

brincas.

Criatura de um só dia

absoluto

és festa

serás luto.

És festa sonho carne frêmito.

Não mereces este prazer

nem eu mereço teu amor:

Tudo entre nós é gratuito

e muito

e parte.

Cardumes de sol ao mar

quase sem arte

quero-te feliz.

 

Autor: Antonio Cicero, Concerto a Quatro Vozes (Poesia), Adriano Espínola, Antonio Cicero, Marco Lucchesi e Salgado Maranhão. Organização: Domício Proença Filho, Record, Rio de Janeiro: 2006, p. 69.

 

e,

 

O fim da tarde, Antero

 

Ó nuvem peregrina que divagas,

perdida nas lonjuras do Ocidente.

Imota, num crepúsculo de chagas,

consomes teu olhar circunferente.

Flutuas esquecida sobre as vagas,

e sabes como é leve e contundente

o pálido infinito com que pagas

os raios últimos do sol poente.

Ao fim da tarde o mundo se desgasta,

as nuvens peregrinas e a amplidão,

as águas claras, a esperança vasta,

o campo adusto, a chuva de verão

e a farta gravidade com que pasta

o boi de nossa funda escuridão.

 

Autor: Marco Lucchesi, Concerto a Quatro Vozes (Poesia), Adriano Espínola, Antonio Cicero, Marco Lucchesi e Salgado Maranhão. Organização: Domício Proença Filho, Record, Rio de Janeiro: 2006, p. 117.

 

2   Pau de picole

 

... e um certo povo amazônico no seu habitat natural:

Um certo povo amazonense

 

 

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