Livros que Li

tercio

On 02 Agosto 2011

Caro Felipe Peixoto Braga Netto, ou Felipe Peixoto,

Acabo de ler o seu livro “As coisas simpáticas da vida”, Editora Landy, o qual foi recomendado pela nossa colega Cibele Guedes. Concomitantemente, li, também, o livro “Viver para contar”, do seu colega escritor Gabriel García Márquez. Este último li por ter sido receitado pela nossa colega Geisa de Assis Rodrigues.
Sem me cansar de um ou de outro, depois de calcular um determinado número de páginas de cada uma das obras que permitisse terminar a leitura das duas simultaneamente, trocava um pelo outro e seguia em frente. Certo é que venci as 198 páginas dos seus belos escritos e as 474 dos escritos do Gabo.

On 15 Junho 2011

Dia desses, sábado, 26.11.05, para ser mais preciso, após os olhos estarem cansados de uma leitura técnica, comecei a folhear e, consequentemente, ler, o último livro da Danuza Leão. Mesmo, inicialmente, com muito sono, cheguei à página 64, não fui mais adiante por que no dia seguinte, muito cedo, tinha um compromisso inadiável.

Meu caso de amor com a autora já vence mais de quinze anos. Nosso romance difere de todos os outros, especialmente dos tradicionais à Juieta e Romeu, Isolda e Tristão e Eloisa e Abelardo, por exemplo. É que o nosso affair é virtual, enquanto de um lado eu me dedico a ela, do outro, a Danuza nem sabe da minha existência, mas, o que fazer? Segundo a própria Dan (viu como sou íntimo?), “quando amam, as mulheres são todas iguais”. Oh, amour, os homens também!

Em uma das minhas crises de amor, quase tentei as drogas, contudo, de novo lembrei que ela, de maneira curta e grossa, disse: “não se pode confiar em ninguém que se droga.” Parei na hora! Antes de começar.

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