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DIREITOS HUMANOS - até você, que fala sem saber, deve defendê-los!

 

DIREITOS HUMANOS - até você, que fala sem saber, deve defendê-los!

Eu nunca vi tamanha burrice em uma pessoa quanto é aquela que reclama contra o atuar dos "defensores dos Direitos Humanos"!

 

Geralmente, esse reclamador, é um violador dos Direitos Humanos.

Mas, você, que ainda tem alguma boa fé e é capaz de ler e compreender e refletir sobre o assunto, convido-o para uma conversa franca e honesta, para que, juntos, reflitamos sobre o seguinte:

PRIMEIRO: regra geral, o violador dos Direitos Humanos é um funcionário público. Assumiu o cargo que ocupa sabendo dos inconvenientes que ele pode trazer, inclusive a morte, como é o caso do bombeiro. 

SEGUNDO: aos funcionários públicos somente é permitido fazer ou deixar de fazer aquilo que a lei manda (diferentemente do cidadão que não é funcionário público, pois este pode fazer o que quiser. Não existe uma lei dizendo ao cidadão o que ele deve ou não fazer. No entanto, existem leis que proíbem determinadas ações, por exemplo, mas o cidadão que não é funcionário público fica a vontade para cumpri-la ou não, porém, se descumpri-las irá responder pelo que fez).

TERCEIRO: não existe lei do Estado, empregador do violador dos Direitos Humanos, mandando que ele viole esses Direitos. Somente se existisse tal lei, ele poderia assim agir em nome do Estado.

QUARTO: toda vez que um funcionário público viola os Direitos Humanos, ele age por conta própria, não em nome do Estado, pois não está amparado por uma lei que determine sua conduta violadora, pois tal lei, repita-se, não existe.

QUINTO: toda vez que um funcionário público viola os Direitos Humanos, ele comete 2 (DOIS) crimes: um contra a pessoa que sofreu a violação, outro contra o Estado, seu empregador, pois ele fez o que não está autorizado a fazer! Na mesma situação, a pessoa que não é funcionário público, cometeria apenas um crime! O violador dos Direitos Humanos, a pretexto de "fazer justiça", comete dois crimes. Além do mais, usa, criminosamente, bens e equipamentos do Estado para agir traiçoeiramente contra seu empregador.

SEXTO: os violadores dos Direitos Humanos, quase sempre, são pessoas totalmente despreparadas! Não estudaram. Muitas, mal assinam seus nomes, mas se acham portadoras de todo conhecimento humano! Na verdade, bem verdadeira, ninguém sabe de nada e eles menos ainda!

SÉTIMO: os violadores dos Direitos Humanos, regra geral, são pessoas com doenças mentais graves! Todo ser humano, visto de perto, tem algum problema psicológico. Os violadores também os tem, só que em nível muito elevado. Em vez de atuarem como servidores públicos, deveriam estar internados em clínicas psiquiátricas.

OITAVO: o Estado tem uma enorme estrutura paga julgar aqueles que os violadores dos Direitos Humanos, sem nenhum conhecimento, chamam de "bandidos", "marginais" etc., (termos que, aliás, cabem mais a eles, violadores, que às suas vítimas!). É nesse julgamento que as pessoas terão oportunidade de dar suas versões para os fatos dos quais são acusadas de terem praticado. Mesmo assim, ouvindo a pessoa, as testemunhas e feitas as perícias necessárias, muitas vezes não se consegue provar a culpa da pessoa acusada e, outras vezes, condena-se inocentes. Imaginem um violador dos Direitos Humanos que mal sabe assinar o nome! Que nunca leu um gibi, imaginem um código! Mesmo assim, eles acham que sabem alguma coisa!

NONO: aqueles que praticam ou aplaudem os violadores dos Direitos Humanos, quando vítimas desses celerados, aí acordam para a realidade e passam a dizer que são "trabalhadores"! Passam a correr atrás de quem os defenda! Creem que "bandidos" são apenas os outros que são acusados sem provas! Os mais miseráveis (material e espiritualmente) são os maiores aplaudidores dos violadores/criminosos, pois detestam seus vizinhos! Os violadores dos Direitos Humanos jamais chegam nos grandes criminosos (e nem devem chegar mesmo!), aliás, são os grandes criminosos (aqueles que desviam dinheiro público) que mandam neles!

DÉCIMO: o criminoso não tem dever jurídico nenhum para com o Estado, pois não é seu funcionário (seu dever é apenas moral, e essa não pode ser cobrada).

DÉCIMO PRIMEIRO: nunca, em tempo algum, um defensor dos Direitos Humanos exigiu a punição de funcionário público que atua em legítima defesa (sua ou de terceiros) ou no exercício REGULAR do Direito. Dia desses, na frente da igreja da Sé (em São Paulo), um homem, que sequestrava uma mulher, foi crivado de balas pela polícia e ninguém protestou contra aquela ação, que é bem diferente da ação daquele bandido-policial que algema a pessoa e depois atira nela.

DÉCIMO SEGUNDO: a regra de ouro, se a pessoa quiser ser um servidor público e não um criminoso violador dos Direitos Humanos é fazer-se a seguinte pergunta:  se eu estivesse no lugar dessa pessoa que eu estou chamando de bandido, eu gostaria, ou seria justo que um servidor público me tratasse como eu estou tratando a esse a quem eu chamo de bandido?

Por enquanto, é só.

 

Até mais,

 

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